Banco Central Sinaliza que Convergência da Inflação Ficará para 2028, Dizem Analistas
Especialistas alertam que o Banco Central sinaliza convergência da inflação para a meta de 3% apenas em 2028, com estouro do teto de 4,5% em 2026.
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Especialistas alertam que o Banco Central sinaliza convergência da inflação para a meta de 3% apenas em 2028, com estouro do teto de 4,5% em 2026.
Uma análise de como os desafios de segurança pública e o crime organizado no Brasil impactam o risco soberano, o OPEX corporativo e o sentimento do investidor.
Partido Comunista de Cuba aprova reformas de mercado para expandir iniciativa privada, mas sanções dos EUA e exigências de Trump continuam sendo gargalos.
O Copom cortou a taxa Selic em 25 pontos-base para 14,25% ao ano, mas evitou fornecer sinalizações sobre cortes futuros, adotando um tom cauteloso e dependente de dados.
O Sistema Nacional de Fomento (SNF) destinou mais de R$ 74,4 bilhões para projetos de inovação entre 2023 e maio de 2026, impulsionando a produtividade.
Verde Asset ajusta portfólio com posições em ouro, prata e tecnologia global, mantendo stock picking seletivo na Bolsa brasileira.
O Copom sinalizou que o ciclo de flexibilização monetária está próximo do fim, citando incertezas inflacionárias domésticas e globais.
O corte de 25 pontos-base na taxa Selic para 14,25% gerou fortes críticas da CNI e da CUT, que demandam uma flexibilização monetária mais agressiva.
Juliano Wertheimer assume a presidência da Fecomércio-MS para o mandato 2026-2030, gerindo orçamento de R$ 400 milhões, superior ao de 86% dos municípios do estado.
Dólar abre em alta a R$ 5,0940 antes das decisões de juros do Fed e do Copom, enquanto acordo de paz entre EUA e Irã alivia prêmios de risco globais.
A reestruturação do CadÚnico para 2026 visa otimizar os gastos sociais e melhorar a eficiência fiscal, com impactos no varejo e no risco soberano.
Alocadores globais aguardam decisões cruciais de política monetária do Fed e do Copom na Super Quarta, o que pode redefinir o fluxo de capital estrangeiro na bolsa.
Reunião estratégica entre o Consulado dos EUA e o prefeito de Campos destaca o interesse internacional na infraestrutura de energia e logística da Bacia de Campos.
Uma coalizão de grupos ambientais e econômicos apresentou propostas de economia verde aos candidatos presidenciais de 2026, visando integrar a gestão de recursos à agenda macroeconômica.
Diretor-Geral Andrei Rodrigues detalha reestruturação da PF focada em descapitalização do crime e cooperação internacional, melhorando perfil de conformidade do país.
Análise da estratégia externa de curto prazo de Donald Trump, o contraste com a expansão secular da China e os reflexos nos mercados de energia e inflação.
A riqueza global de bilionários acelerou para o recorde de US$ 20,1 trilhões, representando quase 20% do PIB global, impulsionada pela inflação de ativos.
Executivos brasileiros enfrentam dilema estratégico com a Selic em dois dígitos, que eleva o custo de capital e exige equilíbrio entre caixa e investimentos.
Mercosul e Japão iniciarão negociações comerciais em 30 de junho de 2026, visando fluxos agrícolas, industriais e de commodities.
Julgamento de Eduardo Bolsonaro no STF por coação destaca riscos de tarifas comerciais e volatilidade institucional para investidores de mercados emergentes.
O TCU emitiu um alerta vermelho sobre a saúde fiscal do Brasil, alertando que gastos insustentáveis ameaçam a estabilidade macroeconômica e os ativos locais.
O acordo entre EUA e Irã provocou queda de 4,76% no petróleo Brent para US$ 83,17, impulsionando bolsas globais enquanto os ativos brasileiros ficaram defasados devido ao peso das commodities.
A aprovação de um limite de oito anos para mandatos de primeiro-ministro na Hungria altera o cenário político, podendo destravar fundos da UE e reduzir o prêmio de risco.
Queda de 4,7% do Brent após acordo EUA-Irã gera otimismo global, mas tombo da Petrobras ($PETR4) e temores fiscais arrastam o Ibovespa para o campo negativo.